Eu começo olhando o negócio inteiro: por onde o dinheiro escapa, onde a informação se perde e o que precisa ser resolvido primeiro. Só depois vem o que for necessário, um ajuste de rotina, um treinamento ou o aplicativo que estava faltando. O que muda de um cliente para o outro é o tamanho do problema, não o jeito de resolver: primeiro entender como o trabalho acontece de verdade, depois escrever, depois automatizar.
Tudo começa do mesmo lugar: entender como o trabalho acontece hoje, antes de propor qualquer mudança. Para quem toca um negócio pequeno, o caminho é diagnóstico, gestão e, se fizer sentido, aplicativo. Para indústria, treinamento e palestra na realidade da própria casa.
O controle que estava faltando, no seu jeito de trabalhar. Não do jeito que o sistema manda.

O ponto de partida. Onde o negócio perde dinheiro e tempo, do primeiro contato do cliente até o dinheiro entrar. Sai com prioridade escrita, não com lista de tudo que poderia ser feito.
Ver como funcionaO depois do diagnóstico, com você tocando junto. Preço que fecha a conta, rotina combinada, cadastro em ordem e controle do que entra e do que sai. Vinte anos de indústria aplicados no seu tamanho.
5S, segurança no trabalho e padronização de auditoria interna. Turmas curtas, com fotos e situações da própria empresa.
Ver os temasInteligência artificial resolvendo tarefa de quem toca um negócio pequeno. Sem jargão, sem promessa de milagre, e com a parte que quase ninguém fala: o que a IA não faz.
Por que o esforço de divulgação não está voltando. O perfil revisado publicação por publicação, dentro do diagnóstico ou separado.
Quase ninguém chega com o problema certo na mão. Chega dizendo que precisa de aplicativo, de post, de mais cliente. O diagnóstico é a etapa que mostra onde o negócio perde dinheiro e tempo de verdade, e o que resolver primeiro.
O diagnóstico não é a etapa para você me contratar depois. É o que diz se você precisa de mim, para quê e em que ordem. Já terminou com a recomendação de não fazer aplicativo nenhum, e eu disse isso com todas as letras.
Não é lista de logo. É o que estava quebrado, o que eu fiz e o que mudou depois. Três deles seguem em andamento, e estão marcados como tal.

Um dos sócios era o caminho obrigatório de quase toda decisão. Nada estava escrito, e o preço saía da experiência dele.
A fórmula passou a ter uma versão só, a produção passou a ser programada dentro do sistema e o preço passou a sair de conta, não de memória.

A ficha que a cliente preenche no celular antes de chegar. 3.095 compromissos da agenda antiga importados, backup automático todo dia às 3h e 6 fichas por tipo de atendimento.
Agenda no Google, ficha de cliente no papel, pacote controlado em caderno. Dado de saúde de cliente espalhado e sem cópia de segurança.
A ficha da cliente, o pacote e o caixa passaram a viver no mesmo lugar, com cópia de segurança que não depende de ninguém lembrar.

Foi aqui que tudo começou. Testei os aplicativos prontos do mercado, pagos e por mensalidade, e nenhum servia. Então fiz o meu.
É o app que eu uso no meu dia. Toda função que eu ofereço para cliente passou antes pelo meu próprio negócio.

Funil por etapa, o que já entrou e o que ainda falta receber. Faturamento e nome de escola borrados para poder publicar.
Proposta para escola, contação de história, venda de livro e prestação de contas, tudo misturado em conversa de WhatsApp e caderno.
A prestação de contas deixou de ser um mutirão no fim do mês e virou consequência do que já foi lançado.
Ela chegou achando que o problema era a comunicação. A auditoria do perfil mostrou que esforço não faltava. Faltava estar falando com quem compra.
Ferramenta entregue antes da oferta estar de pé vira gaveta. Por isso o aplicativo vem depois da marca e dos pacotes, e isso eu prefiro combinar antes.
Cinco negócios que entraram nas últimas semanas e ainda não têm resultado para mostrar. Estão aqui de propósito: é esta a etapa em que eu passo mais tempo, antes de existir qualquer tela. Nenhum deles começou pelo aplicativo.
Loja nova, com grade de cor e tamanho controlada no papel e fiado anotado em caderno. Diagnóstico e auditoria de perfil entregues, identidade visual refeita e o aplicativo de gestão em construção.
O sistema que ela paga hoje não mostra o custo de material por serviço nem o que tem de estoque, e ainda vende roupa fora dele. Diagnóstico e auditoria entregues, com o app desenhado em três etapas.
Catálogo que só existe em foto, preço calculado uma vez e nunca mais conferido, e troca de variação parecida na montagem de madrugada. Diagnóstico entregue e o levantamento em andamento.
Atende maquiagem e dá curso de automaquiagem, e quer enxergar três coisas: quanto sobra no mês, o lucro na venda de produto e de onde vêm as alunas. Fechando o diagnóstico.
O método e a cultura existem, mas moram na cabeça dela, e a entrada de cada mentorada passa por muitas mãos até virar contrato. Diagnóstico em definição, com o caminho desenhado por etapas.
Começar junto é a parte que ninguém mostra no portfólio, porque não tem foto bonita. É também a parte que decide se o resto vai funcionar.
É esta a frente que eu levo para a indústria e para empresa com equipe. Eu não chego com apresentação pronta: caminho pelas áreas antes, fotografo as situações reais e é com elas que a turma trabalha. Quem reconhece o próprio corredor na tela presta outro tipo de atenção.
5S na rotina industrialOs cinco sensos aplicados ao chão de fábrica, não ao manual: corredor, bancada, ferramenta, descarte.
Organização e prevenção de acidenteA cadeia entre objeto fora do lugar, pressa, desvio de rota e lesão, contada com o caso da própria área.
Padronização de auditoria internaCritério escrito por faixa de nota, evidência registrada e roteiro de observação igual para toda área.
Calibração entre auditoresExercício em que o grupo avalia a mesma situação separado, compara as notas e constrói critério comum.
IA na rotina de quem tem negócioO que dá para resolver hoje com inteligência artificial, o que ainda não dá, e como não terceirizar decisão.
Devolutiva para a área auditadaComo apontar sem criar defesa: evidência, prazo, responsável e verificação.
Vale para um aplicativo pequeno e vale para o negócio inteiro reorganizado. Muda o tamanho, não o método.
Eu vou até onde o trabalho acontece e escuto quem faz. Não começo por norma nem por tela: começo pela rotina que já existe, inclusive pelo jeito torto que funciona.
DiagnósticoEscopo, prazo e valor por escrito antes de qualquer coisa começar. O que a gente combinou é o que vale, e o que aparecer depois entra como orçamento novo, nunca como surpresa.
PropostaVocê acompanha enquanto ainda dá para mudar fácil. Depois da entrega, treinamento ao vivo e 30 dias comigo para ajustar o que só aparece no uso de verdade.
+ 30 dias
Sou engenheira química e passei 20 anos dentro de empresa organizando processo, produção, PCP e qualidade. Aprendi ali uma coisa que vale para qualquer negócio, do maior ao menor: o problema quase nunca é falta de esforço. É falta de um lugar certo para colocar a informação.
Só que eu não aprendi isso só de fora, olhando o negócio dos outros. Eu também sou empreendedora, com pedido para anotar, prazo para cumprir e cliente esperando. Quando precisei me organizar, testei o que o mercado vendia, não servia, e acabei construindo o meu.
É essa mistura que eu trago: a disciplina de quem escreveu procedimento em indústria e a pressa de quem precisa do controle funcionando hoje, não semana que vem. E a inteligência artificial no meio, como ferramenta que encurta o caminho, não como promessa que eu vendo.
Suzana Nagel
Me conta o que está travando aí. Eu te digo na hora se é caso de processo, de treinamento, de aplicativo, ou de nenhum dos três. Sem enrolação e sem compromisso.
Chamar no WhatsApp Respondo pessoalmente, geralmente no mesmo dia